Ao saber do feto fazem-se planos. Ao nascer, orienta-se da maneira que convém. No crescer, segue e pensa. Depois de quebrar a cara, pensa e segue (ordem que não se faz necessária o tempo todo).
Somos a construção do que lemos, ouvimos e criamos. Bastar imaginar e ser puramente. É algo natural, que é por si.
Cada pessoa que passa pela nossa estrada contribui de alguma forma. Bem, mal, nunca indiferente. Podemos até ignorar, mas a marca lá sempre vai estar.
Não é preciso palavras para ler. Não é preciso barulho para ouvir. Não é preciso originalidade para criar. Nem o nada é preciso. A vida, como muitos já concluíram, não é precisa.
Somos instantes inconstantes. Eternas mudanças enquanto durarmos.
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