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05 março 2013

Transviar

Antes de mais nada: que todo sentido seja mínimo.

O sonho não condiz. Ou talvez sim, mas a realidade não me encaminhará à sua realização. Meus esforços serão em vão, minha dor constante palpitação. Tem gente que gosta de perder?

Meu caminhar será sempre o mesmo. Mesmo? Da mesma forma que a coruja canta para espantar, eu danço para continuar (pausa de relevância: sem rigor das palavras). As louças continuam sujas, o trabalho não foi finalizado e as tintas nos potes ainda estão. Por que esquecem fácil de importâncias?

São tão óbvias que são classificadas com menos valor. Há muito desperdiço de esforços. Sério. Muito. Mal dizer por dizer. Que noites de conturbação de mentes em uma só melhores virão. Verão. Sem ventos, sem frio.

Ahn?


Mariana Baldani

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