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16 agosto 2012

Vírgula na vida

Pisa mais nesse acelerador. Ultrapassa. Vence. Grita. Sacie o desejo. Tenha convicção. Por mais que esteja errado. Quebre. Quebre a frase. Quebra. Corte. Crie expectativa. E deixe de estar. Suma. Apareça. Não tem explicação. Quebre mais uma vez. Só não deixe de querer sentir. Asfalto. Galhos e ganhos retorcidos. Secura. Branco intercalado. Ralareaila ia lá. Pele seca. Escudo. Espada. Flecha montada. Ou rasga a carne. Ou o espírito. A alma. Vai arriscar? Caso não. Não sairá do lugar. Pesado. Mais gerações de podridão, não percebem, esperançosos? Não. O céu é imenso. O mar não parou. Minha garganta não secou. Minha tatuagem não apagou. Santificação com o pé virado. No quarto. Vômito nas páginas. Ódio. Sede. Vontade. Por abalar as estruturas. Acorda. Mariana ainda não se foi. Foi? Veio? Onde está? Quem? Seca esta semente e que a terra a vigore. Deite nesta grama. Coce o corpo. Até rasgar. Ouça essa guitarra. Enlouqueça. Me esqueça.  Eu gosto dela. A lua me banha. O amor me movimenta. Minha pele chupa o sol. Distância. Mera comunicação. Não saber. Alaranjado. Ponto. Ponto. Ponto. Ponto. Ponto. Ponto. Pronto,

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