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03 junho 2012

Acasos por três partes

Primeiro acaso: um pedido de adição surgiu. Não sei de onde veio, por que veio, mas lá estava. Desconfiança que acreditava que permaneceria assim - como costumava ser.

Mas fiz uma associação de conhecê-lo por um amigo que acreditava ser em comum. Não sei, ainda, se é ou não. O que sei é que decidi aceitá-lo, este, portanto, acredite, o segundo acaso.

Logo vi um grande (e profundo) gosto habitual que nos fez unir. União torta e forçada por minha parte, sim, confesso. Porém, o que importa, enfim, é que isso representa uma filosofia de vida para nós, desde lá, quando os escutamos e paramos para entendermos o que diziam.

Outro, apareceu a tomar parte do mesmo assunto por mais uma não existência: o terceiro acaso. E a conversa foi além.

Temos a necessidade de fazer pequenos planos para tornarmos mais afins, para que a amizade vigore e, talvez, para que o calor se transmita entre dois corpos - o segundo e o terceiro, que é preciso do primeiro sem contato físico. Para que as fotos amarelarem nos álbuns retratos.

Desejo saber mais do sarcasmo nas palavras ditas com naturalidade, por ser da própria natureza. Recheada de maturidade com um sorriso inocente e um olhar ardiloso. De entrelaçar meus dedos nos seus cabelos enrolados e realizar gargalhadas e abraços espontâneos...

São três acasos que pretendo estender em muitos outros para que o destino seja construído. Por mim. Por nós. Para nós.


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